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13/11/2008 Info - Espetáculo INCOLOR mexe com os tabus
INCOLOR revela os tabus da sociedade

Espetáculo expõe temas como racismo, tabus sexuais e de beleza. O balé, que também envolve teatro, será encenado dias 19 e 20 de novembro na Casa da Ribeira.

Lidar com tabus sempre foi algo delicado para o ser humano. Os tabus representam, muitas vezes, barreiras intransponíveis e constrangedoras. Foi tentando demonstrar essa difícil relação entre o homem e essas idéias pré-concebidas que o bailarino João Alexandre Lima concebeu um espetáculo que envolve, além da dança, o teatro. INCOLOR, nome dado à obra, será encenado nos dias 19 e 20 de novembro na Casa da Ribeira. O evento é uma realização da Fundação Cultural Capitania das Artes (Funcarte), tendo à frente o Balé da Cidade do Natal, vinculado à Funcarte. A direção artística fica a cargo da diretora do Balé e chefe do departamento de Atividades Culturais da Capitania das Artes, Anízia Marques.

O convite para coreografar o espetáculo surgiu de Anízia Marques. "Sempre observei que João é muito inteligente. Eu notava que ele tinha uma capacidade enorme, por isso o convidei para coreografar um balé inteiro", elogia Anízia. Para João Alexandre, o convite foi uma surpresa. "Eu tive um susto! Mas aceitei o desafio. Sempre tive vontade de coreografar. Fiz um solo para mim há uns dois anos atrás", conta o bailarino.

Colorindo os tabus

INCOLOR é representado por oito bailarinos, sendo que apenas cinco se apresentam por dia. Maésia Mendes e Marcelo Magalhães dançam nos dois dias de espetáculo, enquanto Vanessa Oliveira, Ana Paula Jota, Samy Passos, Pedro Pessoa, Leonardo Filho e Amanda Protásio se revezam durante os dois dias. O nome do balé surgiu do modo como as pessoas lidam com os tabus. "É uma brincadeira, uma metáfora. Ninguém quer dar 'cor' aos tabus, falar sobre eles. Por isso o nome 'Incolor'", diz João Alexandre. Com duração de 1h, a apresentação é composta por vários quadros sobrepostos, que aparentemente não têm nenhuma relação. "Mas todos os quadros têm o tabu como fio condutor", explica o coreógrafo. Racismo, tabus sexuais e de beleza, violência e manipulação política são abordados no espetáculo.

Além da dança e de exibições de vídeo, INCOLOR é permeado do começo ao fim por recursos teatrais, influência do curso de Artes Cênicas que João Alexandre faz na UFRN. "É um espetáculo cênico. Eu costumo chamar os bailarinos de atores-dançarinos", brinca o coreógrafo. Outra curiosidade é que, por ser colega de todos os bailarinos da peça, João Alexandre pôde escolher a dedo qual papel cada um ia desempenhar. A intenção, segundo ele, é mexer não somente com os tabus da platéia, mas com os tabus dos próprios dançarinos, tornando a representação cênica mais verdadeira. "Tem um quadro, por exemplo, que eu abordo o tema racismo e uso Maésia (Mendes), uma negra. A história de vida dela possibilita uma atuação muito mais real", afirma.

Com o intuito de diminuir o distanciamento entre platéia e atores-dançarinos, João Alexandre usa uma técnica teatral. "Nós não teremos nenhuma parede de fundo nem cenário. Os bailarinos trocam de roupa aos olhos dos espectadores enquanto pessoas limpam o palco para a próxima cena, por exemplo. Tudo para mostrar que aquilo é uma fantasia, uma peça", conta o bailarino. "Costumamos falar que a quarta parede, que fica entre o palco e o público como um complemento das três paredes do palco, é quebrada", conta o bailarino. A interação durante todo o espetáculo com a platéia também é uma forma de quebrar a quarta parede.
Serviço:
O quê? Espetáculo INCOLOR
Onde? Casa da Ribeira. Rua Frei Miguelinho, 52, Ribeira
Quando? Dias 19 e 20 de novembro, às 20h
Entrada? R$ 12,00 (inteira) e R$ 6,00 (estudante)
Contatos para entrevista: João Alexandre (9104-3394)



Fonte: TURISMO DO NATAL - 13/11/2008


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